Assistir Homem-Formiga e a Vespa Dublado Online

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Homem-Formiga e a Vespa, o segundo filme do Homem-Formiga, terá Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, a Vespa original; Lawrence Fishburne como o Doutor Bill Foster, o Golias; Walton Goggins como Sonny Burch, Hannah John-Kamen como “Ghost” e Randall Park como Agente Jimmy Woo.

O filme terá de volta Paul RuddEvangeline LillyJudy Greer,Michael DouglasT.I.Michael Peña David Dastmalchian. A estreia está marcada para 5 de julho de 2018.

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 - Marvel Studios/Divulgação

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Homem-Formiga e a Vespa, o segundo filme do Homem-Formiga, terá Michelle Pfeiffer como Janet Van Dyne, a Vespa original; Lawrence Fishburne como o Doutor Bill Foster, o Golias; Walton Goggins como Sonny Burch, Hannah John-Kamen como “Ghost” e Randall Park como Agente Jimmy Woo.

O filme terá de volta Paul RuddEvangeline LillyJudy Greer,Michael DouglasT.I.Michael Peña David Dastmalchian. A estreia está marcada para 5 de julho de 2018.

Assistir Deadpool 2 Dublado Online

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Deadpool 2 Online

Embora o primeiro filme de Deadpool siga fielmente o que a HQ do mercenário tem de mais eficiente, o longa chegou aos cinemas bastante favorecido pelo fator surpresa. Deadpool 2tenta suprir essa falta do jeito que as continuações hollywoodianas normalmente fazem, potencializando o que deu certo no original – principalmente as piadas de referência pop e de metalinguagem. Deadpool 2 acaba funcionando como um filme-comentário sobre o próprio sucesso de Deadpool e sobre o novo lugar que o personagem ocupa na paisagem da comédia americana hoje.

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Nesse sentido, a experiência que a continuação oferece é, em comparação com o primeiro longa, ainda mais descolada de qualquer senso tradicional de fabulação e suspensão de descrença. A própria adaptação que o filme faz dos quadrinhos desta vez – pegando o conceito de Cable, apresentando novos mutantes, tanto aliados quanto vilões – parece pautada pelo descompromisso, e o Cable de Josh Brolin que vemos aqui, em particular, é bastante simplificado em relação à mitologia que envolve o personagem do futuro nas HQs dos X-Men.

A regra é aproveitar o que personagens têm de potencial visual, cômico, então Cable fica sendo o “mutante sombrio”, e Brolin se esmera em ocupar a função do escada de deadpan face para as piadas de Ryan Reynolds. Já Dominó (Zazie Beetz) acaba ganhando mais tempo de cena menos por seu caráter funcional e mais pela oportunidade de brincar com situações de ação envolvendo lances engraçados de sorte. No humor, Deadpool 2 consegue criar momentos e personagens que realmente trazem alguma novidade em relação ao filme anterior (mesmo quando só varia e amplifica situações já vistas, como os desmembramentos de Wade Wilson), e a escatologia fica mais proeminente (a imagem de Wade definhando e tendo seu corpo dobrado nas lutas com Cable são um dos pontos fortes da continuação).

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São justamente as lutas corpo a corpo que, em termos de ação, o filme oferece de melhor. Quando Cable e Deadpool brigam na prisão, por exemplo, a tradicional coreografia de artes marciais com três movimentos por plano ganha esse bem-vindo adendo da “elasticidade” do corpo de Wade, e o diretor David Leitch consegue encenar a briga de um jeito que ela parece mesmo de impacto, que tenha um peso visual e não apenas um caráter cômico descompromissado. No geral, porém, Leitch parece fora de lugar; especialista em efeitos práticos e cenas com dublês, ele não maximiza o orçamento magro nas cenas de CGI como Tim Miller fazia no primeiro filme. Miller, afinal, vinha justamente do mercado de VFX, e a computação gráfica de Deadpool 2 parece mais pobre que a do primeiro filme – basta ver como Colossus ficou com menos texturas ou como as tomadas aéreas da perseguição do comboio carecem de fisicalidade.

No humor e na ação, o filme tem seus momentos. O que desgasta Deadpool 2 mesmo é a indecisão – já vista inclusive em Zumbilândia, também escrito pela dupla de roteiristas Rhett Reese Paul Werneck – entre a ironia e a seriedade. Se a premissa dramática do primeiro Deadpool estava em sintonia com a comédia (Wade quer se vingar, e isso só acaba servindo para engatilhar o humor e a ação), o segundo filme compra um dos pacotes dramatúrgicos prontos de Hollywood (o herói solitário/traumatizado que precisa de alguém para ouvir e aceitar seus lamentos), e esse pacote não combina muito com o personagem no fim.

O resultado não é tão satisfatório porque essa premissa exige um envolvimento emocional que – fica logo evidente – Deadpool 2 não tem vocação nenhuma para honrar. Assistimos então a uma meia-paródia, um filme que coloca todos os seus esforços em formular e entregar gags com variedade (a piada de referência cinematográfica, a piada meta, a piada sexual, a piada escatológica) ao mesmo tempo em que se sustenta numa trama de redenção pretensamente séria. Deadpool 2 acaba não só um filme indeciso, mas principalmente um filme que acaba também minando seu caráter subversivo ao seguir uma fórmula bastante conservadora de arcos dramáticos.

Assistir Gotham Online

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Gotham nunca foi uma série de super-herói. Desde o início, a premissa era acompanhar o então detetive James Gordon (Ben McKenzie) pelos meandros da GCPD, explorando a ideia de um jovem Bruce Wayne (David Mazouz) e clássicos vilões ainda em estado de formação. Uma série policial com indícios do cânone estabelecido nos quadrinhos do Batman. Nesse sentido, foi exatamente isso que tivemos. Por outro lado, a confusa primeira temporada acertou poucas vezes no alvo, passando a sensação de que ninguém sabia direito pra onde estava indo – nem os roteiristas.

Sem dúvida, o formato padrão de TV aberta americana que dá às séries mais de 20 episódios por temporada é arcaico. Ainda há uma ou duas que conseguem cumprir a meta e entregar um bom arco ao longo de todas essas horas, mas já é quase definitivo que ali no meio, em algum ponto, a bola vai cair e veremos o temido filler (aquele capítulo em que não acontece nada relevante para a trama geral do programa). Gotham sofre particularmente disso. Não só a série não abandonou o formato procedural (de vilão da semana) como também não investiu totalmente nisso, ficando com um pé em cada lado, criando tramas curtas e expiráveis como a do asilo Arkham, a instituição do Dr. Dulmacher (Colm Feore), entre outras.

Não só tramas, mas a série deixou também de explorar interessantes personagens. Renee Montoya (Victoria Cartagena), que tinha um grande envolvimento com a polícia e com Barbara Kean (Erin Richards), é completamente descartada. Da mesma forma, vilões importantes para o universo como o Espantalho, Harvey Dent (Nicholas D’Agosto), o próprio Dulmacher, etc, são muitas vezes apenas mencionados. O aparente descaso dos roteiristas com tais personagens passa a impressão de que a intenção é apenas mostrar ao espectador do que a série é possível, sem de fato entregar nada disso.

Entre outros problemas, Gotham sofreu também em seu primeiro ano com a indecisão. Seguir ou não o cânone? A criação de Fish Mooney (Jada Pinkett Smith) pareceu uma importante decisão do quesito inovação, mas a personagem, inicialmente interessante e importante para a trama, acabou inutilizada e desprezada. Fish, inclusive, mulher poderosa e capaz, foi uma das poucas até agora nos universos da DC tanto na TV quanto no cinema a ter – e manter – um posto alto independente de qualquer homem. Em pouco tempo, porém, tudo foi por água abaixo e ela se tornou um fardo para a produção, arrastando a trama geral em prol de um desenvolvimento desnecessário para uma personagem que já não retornaria no segundo ano. Seu fim não foi definitivo e Fish ainda pode voltar, indicando falta de coragem da produção em exclui-la por completo.

Dois vilões clássicos do cânone de Batman que tiveram uma atuação mais relevante no primeiro ano de Gotham foram Pinguim (Robin Lord Taylor) e Charada (Cory Michael Smith). Oswald Cobblepot começou pequeno, aspirante a tomar o poder da cidade, e se provou preparado para o combate. Enquanto isso, o desenvolvimento de Nygma foi mais lento. Conhecemos o estranho legista, entendemos seus problemas, dificuldades e qualidades para que, bem ao fim, encontrássemos o vilão ali dentro, escondido naquela pessoa sem jeito.

Volto a dizer que Gotham nunca foi uma série de super-herói. Nunca foi e provavelmente nunca será. A melhor possibilidade para o segundo ano talvez seja mesmo seguir em um caminho diferente do cânone, apresentar situações ainda não conhecidas dos fãs dos quadrinhos. Decisões foram tomadas no episódio final que indicam mudanças vindo por aí, como o corajoso destino dado a Maroni (David Zayas), importante personagem no cânone; além do surto de Barbara, que também pode apontar para uma possível Coringa mulher, talvez uma nova identidade para a Arlequina. O distanciamento do material de base pode indicar coisas boas no segundo ano de Gotham – isso ou sua destruição total. De qualquer forma, entre trancos e barrancos, foi dada a largada a uma nova história de origem para o Homem-Morcego.

Assistir The Blacklist Online

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[com spoilers da primeira temporada] A grande estreia da NBC na temporada 2013/2014 foi, sem dúvida, The Blacklist. O drama que trouxe James Spader (Boston Legal) de volta à TV mostrou, em seu episódio piloto, uma série promissora e arrojada, que subvertia o gênero policial com reviravoltas críveis e uma premissa suficientemente boa para sustentar-se bem. A ideia de um bandido de renome internacional ajudando o FBI a delatar os algozes de sua lista negra em troca de imunidade e regalias, apesar de absurda, rendeu um excelente capítulo de estreia. Apesar de indulgências inevitáveis, aquela tinha sido a melhor estreia da temporada, de longe. Mas em vez de crescer e ampliar sua trama e seus horizontes, The Blacklist acovardou-se e virou uma série “caso da semana” genérica e demasiadamente repetitiva.

A relação entre Reddington e Keen – que eu esperava que não fosse evoluir para a revelação pai/filha – seguiu praticamente estagnada por toda a temporada, com um vai e vem emocional que rapidamente cansou a beleza do espectador. Todo capítulo terminava com Elizabeth jurando que nunca mais iria olhar na cara de Raymond, para no próximo episódio começarem juntos uma nova “missão”. Aliás, é curioso como praticamente todos os principais terroristas do mundo acabavam aparecendo, de uma forma ou outra, na região de Washington, o que demostra desleixo e certa preguiça dos roteiristas (vide Alias, por exemplo, com missões que rodavam o mundo). Para piorar, tínhamos a abominável traminha entre Keen (e aquela peruca horrorosa da limitada atriz Megan Boone) e seu marido, que foi arrastada por duas dezenas de episódios para terminar sem um desfecho satisfatório.